segunda-feira, 20 de setembro de 2010
PROGRAMAÇÃO DO I ENCONTRO NACIONAL DE HEPATITES VIRAIS.
quarta-feira, 15 de setembro de 2010
Prêmio Clã 15 anos de Música
Nesta ultima terça-feira (14/09) o GLICH recebeu em uma emocionante cerimônia o “Prêmio Clã-15 anos de Musica. O evento foi realizado nas dependências do Teatro Mastro Miro e teve a Banda Clã como grandes anfitriões e homenageados da noite.
Na oportunidade foram homenageados com o “Prêmio Clã 15 anos de Música”, os músicos que fizeram parte deste grupo, pessoas, empresas e entidades, que de alguma forma ajudaram contar esta história no decorrer desses 15 anos, salientou um dos organizadores
Entre a lista dos mais de 70 homenageados o GLICH foi lembrado pelo seu trabalho de incentivo a música e a cultura em Feira de Santana, quando em seus eventos contrata ou indica bandas ou cantores (as) para animação.
A primeira Vocalista da Banda, Simone Sampaio, que hoje segue carreira na Dance Music em Salvador foi por quatro anos consecutivos a atração principal da Parada Gay de Feira de Santana. E a Banda Clã foi à atração de Palco da 6º Parada em 2008.
Ao receber o prêmio Rafael Carvalho representando a equipe do GLICH ressaltou a importância de um grupo musical debuta numa cidade aonde os talentos musicais vêm abortados antes mesmo de nascer, devido a tantas dificuldades, lembrou de forma orgulhosa que este era o 20º Prêmio recebido pelo grupo em oito anos, falou sobre o carinho e a parceria com a banda clã, cobrou dos representantes do governo municipal a criação de um premio anual de cultura e arte e finalizou seu discurso pedindo a banda e dezenas de músicos presente no evento que “cantem, continuem cantando por que seja lá quem foi que inventou o amor, com certeza tinha um inclinação musical”
Para o equipe do GLICH foi mais um emocionante momento, ao perceber que vários setores da sociedade reconhecem o trabalho da entidade.
Ficamos felizes em perceber a sensibilidade da Banda em reconhecer que a transformação pessoais perpassa pela cultura e pela arte e que este é caminho mais curto para se chegar no coração humano e lá chegando provocar a mudança de comportamento e erradicação dos preconceitos, ainda que isso nos pareça utópico.
Felizes e agradecidos a Banda Clã.
Família GLICH
terça-feira, 14 de setembro de 2010
Carta sobre os critérios de participação - I Encontro Nacional Sobre Hepatites Virais - Movimentos Sociais Formando Rede da Prevenção

Prezados (as) Senhores (as)
O Grupo Liberdade Igualdade e Cidadania Homossexual – GLICH em parceria com o Departamento Nacional de DST-AIDS e a Coordenação Estadual de DST/AIDS -BA, estarão realizando nos dias 25 e 26 de novembro em Salvador-Bahia, o I Encontro Nacional sobre Hepatites Virais: Movimentos sociais formando Rede da Prevenção.
Assim sendo, vimos por intermédio deste elucidar e divulgar os critérios de inscrições e participações
1º O Encontro Nacional das Hepatites Virais acontecerá nos dias 25 e 26 de novembro, em um hotel da cidade de Salvador (que está em processo de licitação), sendo a entrada no hotel dia 24/11 após o meio-dia e saída no dia 27/11 até o meio-dia;
2º O Encontro receberá inscrições até as 17:00 do dia 31 de outubro de 2010.
3º Só será aceita ficha de inscrição de pessoas representativas de entidades que militem na área das Hepatites Virais e DST/AIDS;
4º Serão priorizadas as inscrições que solicitem bolsa parcial (Hospedagem e Alimentação). Sugerimos que sejam feitas solicitações de passagens para as Coordenações Estaduais e Municipais de DST/AIDS e Hepatites Virais;
5º A Comissão Organizadora irá analisar as inscrições que solicitem bolsas integrais (Hospedagem + Alimentação + Passagens) e selecionará uma pessoa por estado que deve ser preferencialmente indicados (as) por redes ou fóruns de DST/AIDS ou Hepatites Virais. Solicitamos que se possível encaminhem as negativas das Coordenações de DST/AIDS e Hepatites virais, relativo as solicitações de passagens;
6º As bolsas integrais de participantes do nordeste contemplará hospedagem, alimentação e passagens terrestres para um representante, preferencialmente indicados pelas redes ou fóruns.
7º O Encontro disponibilizará ajuda de custo no valor de R$ 95,00 por pessoa que resida em outras cidades ou Estados, e R$ 15,00 por pessoa que resida na cidade de Salvador.
8º Será cobrado o valor de R$ 30,00, como taxa de inscrição, para cobrir despesas não contempladas no no financiamento do projeto.
9º O pagamento das inscrições serão feitos no ato do credenciamento. Serão isentos os participantes da cidade de salvador.
10º O evento disponibilizara certificados para todos (as) participantes.
11º O Encontro terá o limite máximo de 100 (cem) participantes.
Atenciosamente,
GLICH- Comissão Organizadora.
Fábio Ribeiro – Presidente.
sexta-feira, 3 de setembro de 2010
I Encontro Nacional sobre as Hepatites Virais: Movimentos sociais formando a REDE da Prevenção
O GLICH realizará, entre os dias 25 e 26 de novembro o Encontro Nacional de Hepatites Virais com a finalidade de formar a Rede Nacional de ONGs e instituições que trabalham na área de prevenção e assistência.
A ficha de inscrição pode ser solicitada atraves do e-mail encontrodehepatites@yahoo.com.br
9º Parada Gay de Feira de Santana
Muita purpurina, festa, alegria, fotos, fantasias e música eletrônica deram o tom da comemoração na Praça de Alimentação, no centro de Feira de Santana, no domingo (29). Muitos gays, lésbicas, travestis, transsexuais e transformistas, de Salvador e da Região Metropolitana foram à cidade demonstrar que a luta contra a homofobia não parou. O que parou mesmo foi a cidade, para assistir a mais uma manifestação a favor da vida, dos direitos humanos e das minorias.

(Cartas da 9ª Parada)
A badalação, muita fechação, beijos e abraços, demonstrações de afeto em plena avenida Getúlio Vargas, além das cores vivas e muita descontração deram o clima que se seguiu até o fim da festa, por volta das 19 horas, sem nenhuma briga ou prisão, segundo os organizadores da festa. A Polícia Militar, ainda segundo o Glich, está de parabéns pelo trabalho exemplar realizado na parada gay de Feira de Santana.
Marcaram presença personalidade como Leokret do Brasil (vereadora, PR), Olívia Santana (PCdoB), Leo Dragone (ator e escritor), Valdeck Almeida de Jesus (escritor e jornalista), dentre outros. De acordo com a organização da Parada, mais de 60 mil pessoas estavam nas ruas, participando da festa.
Glich
O trabalho de afirmação da cidadania e de fortalecimento dos laços sociais é o foco da atuação do Grupo Liberdade Igualdade e Cidadania Homossexual (GLICH). Formado por meninos-rapazes de Feira de Santana, o Glich realiza atividades voltadas, principalmente, contra a violência, discriminação e preconceito desde a fundação, em 2002. Em 2010 a Parada Gay da Princesinha do Sertão pede respeito para Travestis e Transsexuais, pessoas que precisam de apoio institucional e de reconhecimento da cidadania plena.
A discussão serve para dar visibilidade e aprofundar discussões a respeito de saúde, direito de usar o nome social, colocação no mercado formal, acesso ao serviço de saúde, dentre outros direitos previstos da Constituição Federal. A Parada Gay serve tanto de festa social como palco para a reivindicação de tratamento igual, além de dar visibilidade a uma parcela da população que nem sempre tem espaço.
Texto:
Valdeck Almeida de Jesus .

(Kleber Ribeiro com a travesti Duda Weschley e a transformista Priscila Dion) 
(Dj Marcio Campos)
(O Tenete Icaro com a Dançarina Léo Kret)
terça-feira, 31 de agosto de 2010
Semana da Diversidade Sexual
sexta-feira, 23 de julho de 2010
TROFÉU CIDADANIA LUIZ MOTT
O Troféu Cidadania Luiz Mott de 2010 vai premiar quatro dos decanos do movimento LGBT do Brasil: a lésbica Yone Lindgren, e os gays Wellington Andrade e Luiz Mott, este último sempre premiado por levar o nome do Troféu. Além deles, as travestis serão representadas por Keila Simpson, hoje um dos maiores quadros do movimento LGBT nacional. O Troféu Luiz Mott é oferecido anualmente pelo Grupo Liberdade Igualdade e Cidadania Homossexual – GLICH a agentes públicos, militantes e instituições que defendem os direitos da comunidade, e se destaca no cenário por ter repercussão nacional. Com as premiações a ser entregues neste sábado 24, essa edição ganha um caráter especial.
Segundo Fábio Ribeiro, presidente do GLICH, “estamos reconhecendo o Trabalho dos Militantes Wellington Andrade e Yone Lindgren, que atuam respectivamente no movimento homossexual e lésbicas há muitos anos, fazendo história na luta contra homofobia”. Wellington Andrada é histórico fundador do Grupo Dialogay em Sergipe, em 1982. Atualmente, é presidente interino do ADAMOR em São Sebastião do Passé, na Região Metropolitana de Salvador. O decano foi homenageado em exposição na Câmara Municipal de Salvador na sexta-feira 17, volta ao ser homenageado em Feira de Santana amanhã, e no domingo seguinte na Parada da Diversidade de São Sebastião do Passe. Já a carioca Yone Lingren, que iniciou a militância no Grupo Somos em 1978 e se tornou a primeira mulher a se assumir lésbica em veículo da mídia, está no segundo mandato na vice-presidência lésbica da ABGLT.
Também tem tido destaque a premiação às secretarias estaduais, notoriamente a Secretaria de Desenvolvimento Social e Combate a pobreza (SEDES), pelo Decreto que reconhece as Travestis e Transexuais de Salvador pelos seus nomes sociais, que é o tema dos eventos da Parada de 2010 em Feira de Santana. A Secretaria da Justiça, Cidadania e Direitos Humanos (SJCDH) também receberá premiação pela coordenação do processo de instituição do Comitê LGBT da Bahia. Mais uma vez, o prêmio demonstra que a questão LGBT no Legislativo só avança nos municípios. Serão premiados os vereadores Getulio Barbosa (PP), que deu entrada em projeto de lei que garante benefícios previdenciários a servidores homossexuais e Ângelo Almeida (PT), que apresentou a proposta sobre a frente parlamentar LGBT na Câmara Municipal.
Artistas, empresários e referências locais também serão premiados. O tema do ano é a transgressão, na perspectiva de “as pessoas trans, que vivem transgredindo a ordem posta, quando mudam o corpo, transgredindo o modelo padrão e rompendo com uma cultura machista e homofóbica”, nas palavras de Fábio Ribeiro. A cerimônia acontece no próximo sábado 24, no teatro do Clube dos Dirigentes Lojistas de Feira de Santana, a partir das 20 horas.
segunda-feira, 7 de junho de 2010
AUDIÊNCIA PÚBLICA DISCUTE POLÍTICA PÚBLICA DE AIDS NA BAHA

No último dia 01/06/2010, o GAPA-BA, RNP-BA, MNCP-BA e FOBONG, uniram-se para realizar uma audiência pública sobre a situação atual das Políticas Públicas de AIDS no Estado da Bahia. Mais de 70 pessoas de várias cidades do Estado compareceram a Assembléia Legislativa da Bahia para debater sobre a temática em pauta.
A Audiência Pública, uma iniciativa do GAPA-BA, contando com o apoio e parceria das instituições presentes, acima citadas, foi um momento impar para pensar sobre a atual conjuntura da epidemia no cenário baiano. O Deputado Bira Coroa, foi quem convocou e presidiu a mesa junto com a Deputada Fátima Nunes, estiveram presentes ainda, a Coordenadora Estadual do Programa de DST/AIDS da Bahia, Srª Maricélia Macedo, a Coordenadora do Programa de DST/AIDS de Salvador Srª Socorro Farias, a Coordenadora do GAPA-BA, Srª Gladys Almeida, a advogada do GAPA-BA, Srª Telma, o representante do Departamento Nacional de DST/AIDS, Srº Gerson Pereira, a representante da RNP e MNCP -BA Srª Regina Lasmar, o representante do Fórum Baiano de ONGs AIDS, Srº Fábio Ribeiro Todos e todas expuseram um pouco das problemáticas atuais referentes DST/AIDS no Estado, no que tange a prevenção, assistência e tratamento.
A Srª Gladys trouxe od dados atuais referente ao recurso acumulado do PAM-BA, que tem quase sete vezes mais o valor do que deveria ter anualmente para serem gastos, ressaltou da burocracia estatal para repasse de verbas e compras de equipamentos, e como essa situação vem dificultando o caminhar das políticas e ações de enfrentamento da epidemia, citou ainda, a fragilidade que as ONGs AIDS da Bahia vem sendo colocadas por falta do repasse dos 10% do PAM, que lhe é de direito, e que não vem sendo repassados por causa da morosidade do Estado.
A advogada do GAPA, expôs um pouco sobre o quadro da situação relacionada a Lipodistrofia na Bahia, segundo ela há dezenas de pessoas que procuram o GAPA-Ba, para tentar solucionar os problemas causados pela AIDS e os ARV, mas esbarram na falta de médicos que realizem as cirurgias, falta de hospitais credenciados entre outros entraves. Srª Regina Lasmar demonstrou a situação calamitosa da assistência as pessoas com HIV/AIDS na Bahia, trouxe relatos emocionados das muitas faltas, o que revelou uma situação intoleravel, não há médicos, ausência de alguns remédios, descaso com pacientes, mal tratamento, ouvidorias que não funcionam, burocracia para atendimento, falta de exames, são apenas alguns dos exemplos de problemas apontados por ela e por PVHA que lotaram a assembléia.
Fábio Ribeiro, reforçou as falas anteriores e ressaltou que estes são apenas poucos dos problemas enfrentados pelos PVHA e outros ativistas que atuam no enfrentamento da epidemia, salientou ainda, da ausência de ações em redução de danos, leitos nos hospitais entre outras.
As coordenadoras Estadual e Municipal, lamentaram toda a situação, disseram que diversas providências vem sendo tomadas para acabar com todas as mazelas expostas pela sociedade civil, ressaltaram que nem tudo depende da vontade e empenho delas, como os problemas do Roberto Santos e CEDAP, que tem gestão própria.
O Srº Gerson Pereira, foi bastante propositivo, diante de toda situação exposta, ele sugeriu que se fizesse algo rgente, definindo datas, prazos para solucionar alguns do percalços colocados pela Sociedade civil. Diante disso foi sugerido pela Deputada Fátima Nunes, que fosse agendada reuniões com os gestores responsáveis, inclusive o Secretário Estadual de Saúde, ainda foi pedido que os Deputados revejam estes tramites burocráticos que emperram o caminhar das ações de enfrentamento das DST/AIDS no Estado.
Por fim, após muita discussão ficou encaminhado a constituição de uma comissão composta pelo Legislativo, Executivo e Sociedade civil, com a finalidade de sistematizar toda a situação e criar um plano de ação de possíveis soluções para tudo que havia sido exposto.
Dessa Forma, agora ficamos no aguardo da efetivação deste encaminhamento que será o primeiro passo para mudarmos a realidade que hoje nos é imposta.
Reforço que somente com uma sociedade civil forte empenhada na resolução desses problemas consguiremos mudar o quadro atual para melhor, por isso devemos estar cada dia mais unidos e renovando nossas forças cotidianamente, para que ao fim tenhamos sucesso nessa luta.
Parabéns a todas e todos que caminham e acreditam numa mudança.
terça-feira, 20 de abril de 2010
TRIO FANTASY 2010...SUCESSO


óximo ano mais uma vez esperamos levar para avenida à alegria e a diversidade, falando de paz e respeito na micareta de Feira.terça-feira, 9 de fevereiro de 2010
I Workshop Nacional sobre novas tecnologias em prevenção as DST/AIDS.

Objetivos:
1-O objetivo deste evento é discuti e debater sobre as novas metodologias e tecnologias de prevenção a epidemia da AIDS e outras DST.
2- Fomentar discussões e reflexões sobre tabus, crenças, metodologias, eficácias e inovações no campo da prevenção as DST/AIDS.
3- Promover a troca de experiências sobre novos métodos e tecnologias na prevenção a epidemia da AIDS em trabalhos que já sejam realizadas por entidades em todo Brasil.
4- Construir em grupos de trabalhos novas metodologias de prevenção que venham a constar em um documento produzido pelo encontro ao final dos trabalhos.
Assim sendo, estamos abrindo inscrições para ONG ou outros movimentos de luta contra AIDS de todo o Brasil que queiram apresentar trabalhos inovadores de sucesso na área da prevenção as DST/AIDS.
Serão exigidos os seguintes critérios:
A) A entidade precisa comprovar o método, a importância e o Resultado Final do trabalho apresentado.
B) O Trabalho apresentado pode já ter sido concluído ou pode ainda está em vigência, cada entidade poderá inscrever mais de um trabalho. Porém será selecionado apenas um trabalho por por instituição.
C) A entidade proponente do trabalho deve preencher e enviar a Ficha de inscrição, assim como, descrever detalhadamente seu trabalho em no máximo 30 linhas, na fonte numero 12 TIMES NEW ROMAM e enviar até dia 15 de Março de 2010 até as 18:00h. Para os e-mails seguintes: rafaglich@yahoo.com.br e/ou phabyio1@yahoo.com.br.
Trabalhos Selecionados:
A) Os Trabalhos serão analisados e selecionados através de pontuações de 01 a 10 pela comissão política do evento; (A Comissão Política do Evento será formado por representantes de entidades renomadas no campo da prevenção às DST/HIV/AIDS no Brasil)
B) Serão selecionados 10 trabalhos.
C) Os 10 trabalhos selecionados serão divulgados até o dia 15 de Abril de 2010.
D) A Comissão organizadora do evento contemplará com Bolsa Completa (Passagens áreas + Hospedagem e ajuda de custo) para uma pessoa responsável por apresentar o trabalho, ou seja, dez trabalhos dez bolsas.
E) Os dez trabalhos aprovados comporão o relatório final e será publicado no documento político do evento.
OBS: Enviar a ficha de inscrição dos trabalhos para os contatos abaixo:
rafaglich@yahoo.com.br
mailto:phabio1@yahoo.com.br
quinta-feira, 3 de dezembro de 2009
Exposição dialogada com Médicos Peritos do INSS sobre AIDS e Direitos Previdenciários.
s médicos peritos demonstram muitas vezes um despreparo ou desatenção com questões relacionadas ao quadro clínico destes pacientes que vai desde a liberação dos benefícios até o atendimento.Com a finalidade de aproximar os médicos peritos da realidade das pessoas de vivem com HIV/AIDS resolvemos realizar esta atividade, onde foram abordados temas relacionados à doença, com apresentação da infectologista do Programa Municipal de DST/AID, Drª. Patrícia Mota, da Advogada do GAPA Drª. Telma e de um perito da Previdência que abordou a temática dos precedimentos com pessoas de pessoas vivendo com aids, o evento foi coordenado pelo vice-presidente do GLICH, Fábio Ribeiro com apoio de Milena Pérsico, Psicologa do Programa de DST/AIDS. À Atividade oportunizou uma troca de experiência e um debate esclarecedor acerca da previdência em relação aos soropositivos.
Desta forma gostaríamos de agradecer o apoio e colaboração do Drº Lafayte que coordena o peritos da regional de Feira de Santana e todos os médicos que participarem da exposição dialogada.

segunda-feira, 30 de novembro de 2009
GLICH PARTICIPA E CÓ-REALIZA O III SEMINÁRIO DE FORTALECIMENTO DO FÓRUM BAIANO LGBT.
Pelo terceiro ano consecutivo o Fórum de Grupos LGBT da Bahia realizou dos dias 23 a 26 de novembro mais um seminário que tem por finalidade discutir as políticas pró-LGBT no Estado.
Um dos objetivos do evento é para discuti e avaliar as ações promovidas pelo Fórum durante o ano, compartilhar experiências entre os grupos LGBT organizados no Estado, avaliar o panorama do enfrentamento da infecção por HIV e outras IST promovendo a formação para novos atores sociais que desejam organizar novos grupos em seus municípios e fortalecer esta luta articulada.
O evento foi apoiado pela da Coordenação Estadual/DST/AIDS, que na oportunidade apresentou e lançou o Plano enfrentamento Estadual das DST/AIDS entre gays, travestis e HSH. O Seminário contou com mais de 50 militantes das mais diversas cidades baianas: Tremedal, Alagoinhas, Camaçari, Feira de Santana, Castro Alves, Santo Antônio de Jesus, Rui Barbosa, Itabuna, Cruz das Almas, Salvador, Itaberaba, Seabra, Simões Filho, São Sebastião d
quinta-feira, 8 de outubro de 2009
I Encontro Nacional de Jovens Gays e outros HSH: Prevenção, Solidariedade e Ativismo

Participamos do evento representando a Associação brasileira de Gays, Lésbicas, Bissexuais, Travestis e Transexuais – ABGLT, que foi parceira na organização do evento.O Encontro é um esforço no sentido de enfrentar a elevada incidência de jovens gays e outros HSH.Além de uma forte participação cultural de dança, teatro e vídeos com protagonismo de juventudes bi e homossexual, foram feitas várias mesas, coordenadas pelos próprios jovens, onde eles falaram sobre o paradeiro de seus desejos, a tecelagem da cidadania e prevenção e a construção de políticas públicas para prevenção de jovens gays e outros HSH.
Divididos em cinco grupos, os jovens debateram e tiraram propostas para a vivência das homossexualidades e a prevenção, homofobia, gênero e sexualidades, ativismo e formação política, redução de danos e sorodiscordâncias e solidariedade. No final foi aprovada a carta de Fortaleza que é um documento político, entre os jovens homens Gays e Outros HSH do Brasil solicitam maior atenção com sua cidadania e o direito à saúde, especialmente a prevenção as DST/HIV.
Participei do Grupo de Trabalho Sorodiscordâncias e solidariedade, bem conduzido pelo jovem Samir Amim, da rede nacional de Jovens Vivendo com HIB/Aids de Minas Gerais. Neste momento tive a oportunidade de ver um jovem de uma favela do rio de janeiro, recém infectado pelo HIV, demonstrando o drama de morar em uma área onde ser gay e estar com HIV é um alto chamamento a ser expulso de seu local de moradia. Também pude ver a resistência de um jovem negro com gay com HIV e sua luta diária para enfrentar estigmas, preconceitos e discriminações. Mas o que aprendemos no Grupo, foi a completa ausência de políticas públicas, especialmente de educação no campo da saúde para informar as pessoas que é possível um jovem Gay com HIV amar e manter relações sexuais protegidas com outro Jovem que não tenha HIV.
A Questão da sorodiscordancia, ou seja, uma relação de amor, afeto e sexo, entre duas pessoas , onde uma tenha o HIV e outra não , ainda é um tabu , especialmente na comunidade de jovens gays e outros HSH. Ou esses Jovens não acreditam na prevenção, no preservativo como forma de impedir a infecção pelo HIV ou há um fenômeno conhecido como Aidsfobia, que leva o temor desregrado e irracional contra pessoas que tenham o vírus HIV, sobretudo Gays e outros HSH. Sem dúvida alguma, este é um tema que precisa ser priorizado pelo movimento LGBT, assim como o combate a Homofobia, precisamos encarar o enfrentamento da Aidsfobia e lutar pela inclusão de Jovens Gays e outros HSH vivendo com HIV nas nossas Ongs, oficinas, direções e seminários.
Léo MendesSecretário de Comunicação da ABGLT






